Desvendando o Atomic Design para UX
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Como UX e com muitos anos de experiências, já vi muitas metodologias e frameworks surgirem e desaparecerem. Poucos, no entanto, resistiram ao teste do tempo e se mostraram tão eficazes e adaptáveis quanto o Atomic Design. Concebido por Brad Frost, ele não é apenas uma forma de organizar componentes, é uma filosofia que ajuda a construir sistemas de design mais escaláveis, consistentes e fáceis de manter.

Desvendando o Atomic Design para UX

Mas o que é, afinal, essa ideia de “átomos” e “moléculas”? E como traduzimos isso para a prática do dia a dia, especialmente usando uma ferramenta como o Figma? Vamos destrinchar esse conceito, passo a passo, do menor elemento ao layout completo.


A Teoria: De Átomos a Templates

A beleza do Atomic Design está em sua analogia com a química. Assim como a matéria, as interfaces digitais podem ser decompostas em partes menores e, a partir delas, construídas em estruturas mais complexas.

Desvendando o Atomic Design para UX

1. Átomos (Atoms)

São os blocos de construção mais básicos e indivisíveis. Pense nos elementos HTML, como um campo de texto (), um botão (

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